quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

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Preciso manter a CALMA!

Eu li hoje que a ansiedade atrapalha...

Tudo bem que ainda está cedo...porém preciso tomar cuidado....até DEZEMBRO tem chão!


1) Espere, sem desesperar
“É considerado normal um casal saudável, de até 35 anos e que mantenha relações desprotegidas frequentemente, demorar até um ano para engravidar. Ele terá, em média, 20% de chance de conseguir uma gestação a cada mês”, afirma Maria Clara. Portanto, se está tentando há apenas alguns meses, não há nenhum motivo para se preocupar. Segundo a especialista, 84% dos casais nessas circunstâncias conseguirão engravidar espontaneamente no primeiro ano. A partir do segundo ano, o acompanhamento médico pode ser bem-vindo.
Para as mulheres acima dos 35, o período de espera deve ser um pouco mais curto, já que a fertilidade declina com a idade. “Nesse caso, o ideal é esperar só até seis meses antes de buscar um tratamento”, disse Rodrigo Pagani, andrologista e professor do curso de pós-graduação em Infertilidade Humana do Instituto de Ciências da Saúde (ICS).
2) Aproveite o período fértil
A mulher ovula uma única vez a cada mês, durante o período fértil. Então, o ideal é que o casal que deseja engravidar mantenha relações em dias alternados durante esse período. “Alternar os dias é uma boa estratégia para melhorar a qualidade do sêmen. Como o óvulo sobrevive 24 horas e os espermatozóides, 72 ou mais, ainda que a ovulação ocorra um dia antes da relação sexual ou um dia após, a fecundação será possível. Além disso, as relações sexuais em dias alternados diminuem o estresse e a perda da espontaneidade entre o casal”, disse Amaral.
Para calcular o período fértil, determina-se o primeiro dia do ciclo como o primeiro dia da menstruação. Em um ciclo de 28 dias, a ovulação tende a ocorrer ao redor do 14º dia do ciclo. “Como regra, contam-se 14 dias a partir do primeiro dia do ciclo. O período fértil começa três dias antes do 14º dia e termina três dias após o 14º. Ou seja, a ovulação pode ocorrer desde o 11º dia do ciclo até o 17º”, afirma a ginecologista.
3) Controle a ansiedade
Conversar com um médico pode ajudar. “Na consulta, o casal terá a oportunidade de esclarecer dúvidas e acabar com certos mitos no que diz respeito à infertilidade”, disse Amaral. Adotar um hobby também é uma boa pedida. “A grande armadilha é mudar a vida e a rotina e passar a viver só em função da gravidez, centralizando todas as atenções nesse sonho. Buscar alguma atividade que lhe dê prazer, e que não esteja relacionada ao bebê, é uma medida para baixar o nervosismo”, afirma a psicóloga Luciana.
Ela sugere, ainda, a troca de experiências com outros casais, com o marido, e até mesmo com um profissional da área de psicologia, como medidas eficientes para aliviar a tensão tão comum no período. “É importante não guardar só para si os sentimentos. Falar sobre eles e compartilhar vivências vai fazer muito bem”, disse. Outra dica dos especialistas é apostar em atividades relaxantes, como a ioga e a meditação.
4) Adote hábitos mais saudáveis
“Tudo que é bom para o coração também é bom para a reprodução. Portanto, praticar exercícios físicos, manter uma alimentação equilibrada, não beber e não fumar são medidas indispensáveis para aumentar as chances de engravidar”, afirma o andrologista Rodrigo Pagani. O tabagismo, em especial, tem influência comprovada sobre a fertilidade de homens e mulheres. “O consumo excessivo de álcool também pode piorar a qualidade do sêmen”, disse o especialista.
5) Fique de olho na balançaTanto o peso excessivo quanto a deficiência de gordura no organismo podem ter impacto sobre a fertilidade. “Mulheres obesas, assim como as anoréxicas ou as que praticam esportes e têm pouca massa gorda, podem demorar mais para conceber. Isso porque é comum apresentarem ciclos menstruais irregulares e desordens ovulatórias”, afirma Maria Clara. O homem que está acima do peso também pode sofrer com a diminuição na quantidade e na qualidade dos seus espermatozoides. A conquista do peso ideal ajuda, ainda, a melhorar a resposta caso o paciente precise se submeter a algum tratamento específico para a infertilidade. E ainda previne complicações durante a gravidez.
6) Consulte seu médico regularmente
Problemas de rotina, e que não costumam chamar tanto a atenção de homens e mulheres, podem estar atrapalhando a concepção e devem ser investigados o quanto antes. Um simples corrimento, por exemplo, pode levar até a obstrução das trompas. “Se ele for originado por doenças sexualmente transmissíveis, como as causadas pela clamídia e/ou pelo gonoco, há grandes riscos. Esses microorganismos podem ascender pelo trato genital, acometendo as trompas de falópio. E só um ginecologista terá condições de diagnosticar qual é o tipo de corrimento que está afetando a mulher, indicando seu impacto na fertilidade”, disse a ginecologista.
Outras patologias ginecológicas podem diminuir muito as chances de engravidar. “Os pólipos uterinos e os miomas, que acometem o interior da cavidade uterina, podem atrapalhar a implantação embrionária. Já a endometriose pode influenciar em diversos aspectos, piorando a qualidade e a quantidade dos óvulos, alterando o transporte tubário e até provocando a obstrução tubária”, afirma a médica.
No caso dos homens, infecções urológicas também podem influenciar a produção de espermatozoides. Daí a importância de agendar consultas de rotina, mesmo sem apresentar nenhum sintoma desagradável. No consultório, o casal também poderá solicitar mais alguns exames que ajudam a avaliar a fertilidade, especialmente se já suspeitam de algum problema. Fazer essa investigação logo no início pode ser uma medida para aliviar a ansiedade. “Normalmente, pedimos exames hormonais para o casal, espermograma para o homem, ultrassonografia e histerossalpingografia – um raio X contrastado da cavidade uterina – para a mulher”, afirma o andrologista. Assim, se houver necessidade, o casal começará a se tratar precocemente e evitará uma série de tentativas frustradas.

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